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Piscinas Plásticas viram as "queridinhas" do verão

Calor, chuvas leves no fim de tarde, menos roupa, mais protetor solar… o verão está aí. Há quem diga, inclusive, que a cada ano está mais quente. O que não muda cada vez que as temperaturas sobem é a busca por alternativas refrescantes para passar o tempo, aproveitar a estação mais quente do ano e de diversão para as crianças. Neste cenário, quem vem ganhando um espaço cada vez maior são as piscinas de plástico. Fáceis de montar, de guardar e mais acessíveis financeiramente, elas estão com tudo e têm sido as “queridinhas” da estação.
O proprietário da GQA Elétricos e Hidráulicos em Marechal Cândido Rondon, Gilson Luckmann, acredita que as vendas neste segmento aumentaram 30% este ano. “Percebemos uma busca maior principalmente das piscinas grandes, com mais espaço e profundidade”, comenta.
São vários modelos, com bordas infláveis ou de armação. Na hora da compra, além do tamanho é possível escolher entre comprar apenas a piscina ou, ainda, kits completos que acompanham forro, capa, motor e escadas, dependendo da capacidade adquirida. “O investimento é realmente menor do que se o cliente optasse por construir uma piscina convencional. É claro que são necessários alguns cuidados para não furar, por exemplo, e a durabilidade é menor, mas pensando em custo-benefício, as piscinas de plásticos são ótimas alternativas para o verão”, expõe Luckmann. “Além disso, temos clientes que investem no espaço, criando, por exemplo, decks que deixam o ambiente mais bonito. Se houver algum problema com a piscina é só trocá-la, a estrutura fica”, complementa.
E foi isso que a família do estudante de Engenharia Civil Gustavo Grenzel, de Marechal Rondon, decidiu fazer. Aproveitando o espaço nos fundos de casa que não era utilizado, comprou uma piscina de plástico de 16 mil litros e construiu um deck em torno dela. O espaço ficou pronto há quatro meses e, segundo Gustavo, os elogios dos familiares e amigos são muitos. “Todos que conhecem acham a ideia ótima. Para nós foi uma alternativa, já que adquirir uma piscina convencional estava fora do orçamento, que uma vez feito era de R$ 30 mil para uma edícula e piscina”, conta.
Embaixo da piscina foi utilizado paver pensando no peso que água gera. No restante do espaço o deck foi construído pelo próprio Gustavo com a ajuda do pai. “Compramos a madeira e nós mesmos fomos criando as peças e encaixando no chão. Embaixo colocamos pedras de jardim”, explica. Assim, a família gastou em todo o ambiente, com a piscina, acessórios e o deck, cerca de R$ 4 mil.

Para o deck

Existem quatro opções de madeiras que podem ser usadas para fazer um deck, pensando na qualidade e na cor que elas oferecem. Segundo o proprietário da Romal Madeiras, Tiago Grenzel, são elas: itaúba, ipê, garapeira e pinus tratado. “Essas são as opções adequadas pensando que é um local que vai ter bastante contato com a água e que estará exposto ao tempo”, menciona.
Os preços também variam. Vendidos por metro quadrado, a itaúba custa R$ 120, o ipê R$ 80, a garapeira R$ 95 e o pinus tratado</p>
R$ 60. “O cliente chega e escolhe a madeira e nos passa a medida. Entregamos o deck pronto e os contatos dos profissionais que podem fazer a instalação”, detalha Tiago.

Manutenção da piscina

Mesmo sendo de plástico, os cuidados e manutenção da piscina de plástico são os mesmos de uma piscina convencional. De acordo com o vendedor da Casa do Eletricista, Cesar Barretos, diariamente deve ser aplicado o cloro e os demais produtos, conforme necessidade. “Algumas piscinas menores necessitam apenas do cloro, que pode ser colocado em flutuadores, já para outras com mais litros o ideal é ter um filtro, pois ele vai eliminar a sujeira que se depositar no fundo. Além disso, dispomos de todos os outros itens que podem ser necessários, como produtos para aspiração, mangueiras, cabos, peneiras, cadeiras, guarda-sol, produtos infláveis para crianças, botes, coletes, entre outros”, expõe Barretos.
O material com o qual são feitas essas piscinas é avaliado como resistente. No entanto, para evitar danos o vendedor da Casa do Eletricista ressalta que é importante cuidar do lugar onde a piscina vai ser colocada. “O que faz ela furar é não colocá-la no local adequado, por exemplo, em cima de pedras ou no gramado. Portanto, o correto é ter contrapiso. Se não tem como, o ideal é retirar a grama ou as pedras e colocar uma lona ou outro tipo de forro”, orienta.

Investimento

Para quem está pensando em adquirir uma piscina deste estilo os investimentos variam de acordo com a capacidade e os itens - forro, capa, motor - necessários. As piscinas vão de 70 até 22 mil litros, sendo que algumas estão disponíveis à pronta-entrega e outras, normalmente as maiores, necessitam ser encomendadas. Os preços variam, mas giram em torno de R$ 80 para 400 litros, R$165 para 2,4 mil litros, de 4,6 mil litros custa R$ 550 com o kit (motor, forro e capa) e de 9 mil R$ 1.150 também completa. Os preços aumentam mais para as piscinas maiores, as quais, por sua vez, precisarão de motores com capacidade maior e de escadas. Uma de 16 mil litros custa R$ 1,6 mil apenas a piscina. Já uma de 18 mil litros, com o kit completo, pode ficar aproximadamente R$ 2 mil.
As menores, a partir de 70 litros, são para crianças a partir de seis meses. “Sempre destacamos que mesmo que sejam piscinas pequenas é fundamental o acompanhamento dos pais ou responsáveis enquanto a criança estiver na água”, salienta Luckmann. Ambas as lojas citadas dispõem de itens recreativos, infláveis e acessórios.

Meio ambiente

Além do aumento na procura por piscinas de plástico, o empresário Gilson Luckmann também percebeu uma maior preocupação das pessoas com relação à sua manutenção. Segundo ele, a compra de produtos para este fim cresceu cerca de 60% este ano. “Isso impacta positivamente o meio ambiente, já que não haverá desperdício de água nem problemas com a dengue, por exemplo”, finaliza.                  

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